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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Cine Clube | The Fantastic Mr. Fox




O Sr. Raposo (George Clooney), a Sra. Raposa (Meryl Streep) e o seu filho vão morar numa árvore, localizada numa colina. Lá têm como vizinhos o Coelho (Mario Batali), o Texugo (Bill Murray) e a Doninha (Wes Anderson), entre outros animais, todos com as suas respectivas famílias. O Sr. Raposo prometeu à esposa que deixaria a vida de roubo de galinhas, já que ela estava grávida. Desde então iniciou uma respeitável carreira de colunista de jornal. Porém, a proximidade do novo lar com as fazendas de Boggis (Brian Cox), Bunce (Hugo Guinness) e Bean (Michael Gambon) faz com que ele volte à velha vida, às escondidas. Só que o trio de fazendeiros une-se para capturá-lo.



sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Biblioteca FCT NOVA | Ponto Oficial de BookCrossing

















PONTO OFICIAL DE BOOKCROSSING

O que é o Bookcrossing?

O BookCrossing é a prática de deixar um livro num local público, para ser encontrado e lido por outro leitor, que por sua vez deverá fazer o mesmo. O objetivo do Bookcrossing é “transformar o mundo inteiro numa biblioteca”.

Como funciona?

O BookCrossing baseia-se no conceito básico “Ler, Registar e Libertar”. Ler um livro, Registar no site para adquirir o número BCID e Libertar, passando para um amigo ou deixando-o num local público para que sejam encontrados por um novo leitor, que idealmente dará notícias e assim sucessivamente.

Onde é que me posso inscrever?

O facto de alguém encontrar um livro registado no Bookcrossing não implica que tenha que registá-lo no site, já que pode deixar um comentário anónimo ao livro. No entanto, quem desejar usufruir plenamente do site (participar nos fóruns, registar os seus próprios livros, etc.) e juntar-se à comunidade, terá de se inscrever. A inscrição é totalmente gratuita e anónima, sendo que o novo membro terá apenas de criar uma identidade virtual que o identificará sempre que fizer novos registos no site.

Como é que se regista um livro?

Para que se consiga seguir viagem de um livro, saber as pessoas que encontra pelo caminho e qual a sua opinião sobre a leitura, é preciso registar o livro em http://www.bookcrossing.com/. Ao livro registado é atribuído um número de identificação (BCID - BookCrossing Identification Number), que deverá constar para sempre numa das primeiras páginas do mesmo como forma de o identificar no site.

Como é que se liberta um livro?

Porque o objectivo principal do Bookcrossing é permitir aos livros encontrar novos leitores, a libertação é o passo principal.
Ao registar um livro no www.bookcrossing.com, o site automaticamente gera um número de identificação, BCID, único e exclusivo para cada livro, que permitirá ao “dono” original e a todos os que venham a dar entrada dele no site terem notícias da sua viagem pelo mundo. Este número deve ser escrito na etiqueta do livro.

Junte-se ao movimento: www.bookcrossing.com

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Exposição | Prontuário dos Afectos


PRONTUÁRIO DOS AFECTOS

Exposição Individual de Henrique Vieira Ribeiro | curadoria de Andreia César.

Inauguração no dia 13 de Setembro de 2017, pelas 17h00
Sala de Exposições da Biblioteca da FCT/UNL, Campus da Caparica.

Patente até 24 de Novembro | 2ª a 6ª das 09h00 às 20h00.



O PROJETO

O projeto Álbum, desenvolvido no decorrer de 2014, corpo central da exposição Prontuário dos afectos que agora se apresenta, tem a sua origem na reflexão acerca das dedicatórias manuscritas no verso de retratos fotográficos. Estes objetos, ao serem utilizados como suporte de mensagens pessoais em uma das suas faces, são transformados em elementos únicos - não enquanto representações fotográficas, mas sim enquanto objetos fotográficos - funcionando as mensagens como um reforço da função de substituição da pessoa representada no retrato.
Os objetos fotográficos utilizados para este projeto foram limitados ao espólio familiar, portador de um caráter privado, entendendo-se que as fotografias vendidas na rua ou em feiras não contêm esse cunho privado/individual, pertencendo já a uma esfera pública/anónima. É esta tensão criada pela dicotomia entre o público e o privado que se pretende destacar através da conversão da face escrita destes objetos em pósteres, gesto materializado no mural que partilha o título da exposição. O conjunto total destas faces escritas resulta numa composição que vive da acumulação de todas as imagens, da materialidade do próprio papel fotográfico, dos vários tons de cor que este adquiriu com a passagem do tempo, permitindo ao espetador, com a aproximação às imagens, um mergulho nas mensagens escritas, como uma forma de análise cartográfica.
Contudo, estes objetos possuem duas faces, sendo a imagem fotográfica que serve de pretexto aos escritos, de elemento mnemónico. O que o olhar sobre estes retratos revela é um ritual manifestado pela pose, uma procura falhada de fotogenia - segundo os princípios de classificação de Roland Barthes - em que a expressão, a posição do retratado, assim como o fundo seguem um padrão, e não a procura da essência da pessoa. Assim, a partir da seleção de fragmentos de retratos com analogias formais, mas de diferentes pessoas, originam-se retratos com características metonímicas, como uma alusão a todos os rostos patentes nas dedicatórias.
Na apropriação destes objetos, num cenário criado para esse efeito, procedeu-se a um registo fotográfico integral de ambos os lados do suporte (papel). Desta forma, os objetos foram sujeitos, também eles, a um ritual de pose, a uma presença da fotografia dentro da fotografia.   
Com Horizontes brancos, peça complementar ao projeto Álbum, criada em 2017, retoma-se o olhar sobre os artefactos fotográficos privados, originando um vídeo em que a narrativa convida a uma fruição multidimensional, cuja instalação remete para a analogia a uma "caixa preta" em constante atividade, em que o que se dá a ver continuam a ser representações dos objetos fotográficos - película - objetos condenados à obsolescência.

Andreia César (curador)

"A reflexão sobre a condição humana marca compasso na obra de Henrique Vieira Ribeiro. Na sua exposição Prontuário dos Afectos esta reflexão é centrada em torno da subjectividade, da identidade observada segundo o infinitamente incompleto arquivo da recordação, de um passado simultaneamente vivido e herdado que nos informa, juntamente com os intervalos do esquecimento, o curso da nossa vida enquanto sujeitos. O retrato de família decorrente do agenciamento de um espólio privado, coloca em questão a funcionalidade do género tanto para representação da individualidade como da identidade de grupo. Observam-se os limites da recordação, do suporte de memória e a sua contribuição contínua para a formulação das nossas narrativas."

Henrique Vieira Ribeiro, Lisboa, 1970

Mestrado em Arte Multimédia, vertente de Audiovisuais, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.
Licenciado em Arte Multimédia, vertente de Fotografia, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.
Docente convidado na Escola Superior de Arte e Design - Caldas da Rainha (2015/2016 e 2016/2017)
Na prática autoral, as suas inquietações têm como origem aspetos relacionados com a condição humana, nomeadamente a reflexão acerca da necessidade/desejo de transcendência do ser humano; neste aspeto, o objeto enquanto portador de vida, enquanto testemunho mnemónico desempenha um papel preponderante.
Utiliza a fotografia e o vídeo como media nucleares, que em conjunto com o desenho formam os seus suportes de eleição, tendo contudo o resultado final das suas obras vindo a adquirir um cariz instalativo.
Expõe com regularidade desde 2011, estando representado em várias coleções particulares em Portugal, França e Inglaterra, assim como em várias instituições como o Museu do Combatente, Galeria Artur Bual, Associação 25 de Abril ou a Fundação Calouste Gulbenkian.

Veja mais em: http://henrique.vieiraribeiro.net/

video












terça-feira, 5 de setembro de 2017

Cine Clube | Los Abrazos Rotos





Sinopse
Um homem escreve, vive e ama na escuridão. Catorze anos antes, foi vítima de um brutal choque automóvel, na ilha de Lanzarote. No acidente, não só perdeu a vista como também Lena, o amor da sua vida. Este homem usa dois nomes: Harry Caine, um pseudónimo com que assina os seus trabalhos literários e argumentos para cinema, e Mateo Blanco, o seu verdadeiro nome, com o qual vive e assina os filmes que dirige. Depois do acidente, Mateo Blanco reduz-se a si próprio ao seu pseudónimo, Harry Caine. Nos dias de hoje, Harry Caine vive graças aos argumentos que escreve e à ajuda da fiel e antiga produtora, Judit García, e do filho desta, Diego, o seu secretário e guia. Desde que decidiu viver e contar histórias, Harry é um cego activo e atraente, que desenvolveu todos os outros sentidos para melhor gozar a vida, na base da ironia e da amnésia selectiva. Uma noite, Diego tem um acidente e Harry toma conta dele, já que Judit está fora de Madrid. Durante as primeiras noites de convalescença, Diego pergunta-lhe pelo tempo em que respondia pelo nome de Mateo Blanco. Depois de um momento de surpresa, Harry não consegue recusar e conta a Diego o que aconteceu catorze anos antes, da mesma forma que um pai conta a um filho uma história para adormecer.




quinta-feira, 13 de julho de 2017

Cine Clube | The Iron Giant




Sinopse 
O pequeno Hogarth Hughes acaba de resgatar um enorme robô que caiu na Terra vindo das estrelas, tornando-se grandes amigos e um problema ainda maior. Quando um abelhudo agente do governo chega à cidade para caçar e capturar o "invasor alienígena", uma força militar combinada terra, mar e ar é enviada para demolir o gigante. O resultado: uma incrível aventura em metal.

Texto adaptado de: