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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Fronteiras 2018








Inscrições para jantar aqui.


Jorge Martins Ribeiro

Doutoramento em História Moderna e Contemporânea, FLUP, 1997.
Mestrado em História Moderna, FLUP, 1987.
Licenciatura em História, FLUP, 1980.
Professor Auxiliar do Departamento de História e de Estudos Políticos e Internacionais da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Investigador do CITCEM – Memória, Património e Construção de identidades
Bolseiro Fuilbright nos EUA em 1990/1991 e 2015.
Investigação: Relações Externas Portuguesas (1750-1850); Invasões Francesas; Comunidades Estrangeiras em Portugal, em particular na cidade do Porto (1750-1900).

Publicações:
- A Comunidade Britânica do Porto durante as invasões francesas (1807-1811). Porto: Fundação Engº. António de Almeida, 1990, 254pp.
- Comércio e Diplomacia nas relações luso-americanas (1776-1822), Dissertação de Doutoramento em História Moderna e Contemporânea. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 1997, 2 vols. 1299pp. [policopiado].
- The city of Oporto at the end of the 19th century as viewed by American Diplomats in Portugal. Kirksville : «Mediterranean Studies», 4, 1994, pp. 143-156.
- Destino das exportações do sal português na segunda metade do século XIX. In “A articulação do sal português aos circuitos mundiais. Antigos e novos consumos”. Porto: Instituto de História Moderna – Universidade do Porto, 2008, p. 231-255.
- O Faial no relacionamento entre Portugal e os Estados Unidos e a França entre finais do século XVIII e inícios do século XIX. In Actas do IV Colóquio “O Faial e a Periferia Açoriana nos séculos XV a XX (No Bicentenário do Consulado dos E.U.A. nos Açores: O Tempo dos Dabney) 7 a 12 de maio de 2006”. Horta: Núcleo Cultural da Horta, 2007, pp. 185-192.
- Conflict and Peace in the Mediterranean. Barbary privateering in the late 18th and early 19th centuries. In “D’ANGELO, Giuseppe; RIBEIRO, Jorge Martins (ed.) – Borders and Conflicts in the Mediterranean Basin. Salerno: Mediterranean Knowledge, 2016, p. 159-176.

Diana V. Almeida

Professora Auxiliar Convidada na FLUL (Faculdade de Letras UL), onde leciona Arte e Literatura dos EUA, Cultura Visual e Indústrias da Cultura. É membro integrado do Grupo de Estudos Americanos do CEAUL (Centro de Estudos Anglísticos UL) e dirige o WILL Lab (Writing Innovation Language and Learning Laboratory UL), um centro de escrita académica em regime de tutoria. Realizou um projeto de pós-doutoramento FCT sobre representações do corpo e do desejo em textos poéticos e visuais. Neste âmbito, implementou um projeto de escrita criativa no Museu Coleção Berardo (2009-2015). Na área do desenvolvimento humano, propõe workshops de escrita integrando diversas artes e trabalha como terapeuta energética. Traduz, escreve poesia e pratica fotografia. 

Teresa Botelho

Teresa Botelho has a Ph-D. from Cambridge University and is Associate Professor at The Faculty of Social and Human Sciences, Nova University of Lisbon, Portugal, where she teaches American Studies. She is also a member of the research group Mapping Dreams: British and American Utopianism (CETAPS). She has published extensively on African American, and Asian American culture and literature, theater and drama, science fiction and dystopian literature. Her current interests include technological utopias/dystopias and the post-human, post-black literature, identity theory in its intersections with utopia, visual culture and cinema,  the collaboration between sciences and literature, especially in drama, and literary and visual representations of 9/11.

Her most recent publications include
“Locating a Post-Black Aesthetics in the Cinema of Spike Lee” in Cinematic Narratives
Transatlantic Perspectives. Eds. Morris Beja, Ellen Carol Jones, Cecilia Beecher Martins,
José Duarte & Suzanna Ramos, Lisbon: Humus, pp.145-158
(2017)
“ ‘Eating the Stones of the Earth’: Romancing the Scientific Production of Food in  Technological Utopias.” Cadernos de Literatura Comparada  N.º 36 : 6 2017: 23-42
(2017)
“The Idea is the Thing: Science Plays since Copenhagen.” Exchanges between Literature and Science from the 1800s to the 2000s: Converging Realms. Ed. Márcia
Lemos, Miguel Ramalhete Gomes. Newscatle: Cambridge Scholars Publishing pp. 116
134 (2017)
“A Implosão Anunciada do Partido Republicano: Populismo Americano em Tempo de
Incerteza” Relações Internacionais 51, Setembro pp. 43-51 (2016)
“In the Cyborg City: Utopias of Connectivity, Fictions of Erasure.” Utopia(s) – Worlds and Frontiers of the Imaginary. Ed. Maria do Rosário Monteiro e Mário Ming Kong. Leiden: CRC Press/Balkema, pp-387-391 (2016)
“Televised Anxiety: Narratives of Terror and Insecurity from 24 to Homeland.”  There is More to Fear that Fear Itself: Fears and Anxieties in the 21st Century. Ed. Izabella Dixon, Selina E.M. Doran and Bethan Michael. Oxford: Interdisciplinary Press, pp. 139-152, 2016
“Utopía y poder en Estados Unidos: Una unión más perfecta: utopías de pluralidad en los Estados Unidos.” Utopía y poder en Europa y América. Ed. Moisés González García and Rafael Herrera Guillén. Madrid: Tecnos Editorial pp. 251-268, 2015

Gonçalo Marques

Licenciatura em Performance no Berklee College of Music  em 2005 e em Física na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa em 1997
Professor nos cursos de Jazz e audio da Escola Superior de Música de Lisboa desde 2008 e na Escola de Jazz do Hot Clube desde 2006. Foi também Professor  na Universidade Lusíada (de 2009 a 2015).  É responsável pelo programa de ensino de Jazz a crianças da escola do Hot Clube e tem dinamizado muitas apresentações de introdução ao Jazz nas escolas.
Músico da orquestra de Jazz do Hot Clube e dos LUME. Tocou com os principais músicos de jazz portugueses e com Bill McHenry, Jeff Williams, Guillermo Klein and Jacob Sacks entre outros músicos de Jazz estrangeiros. Tem três discos publicados como líder e muitos outros como “sideman”.  
Tem experiências na área do teatro (participou na peça "Ricardo III" com encenação de Tonan Quito) e da dança contemporânea (participa nas “Bacantes” com coreografia de Marlene Monteiro Freitas”)
Faz a programação de Jazz do café Tati em Lisboa desde 2013 e criou em 2016 a editora Robalo com Demian Cabaud.

Todd K. Miyahira

Since July 2017, Todd Miyahira has been serving as the Public Affairs Officers at the U.S. Embassy in Lisbon, Portugal.  In that role he is responsible for the Embassy's media relations and educational and cultural exchange programs.  The Office of Public Affairs works closely with Portuguese professional, governmental, educational and cultural institutions to promote dialogue and sustained interchange between the U.S. and Portugal.

Todd most recently served in Washington, DC, where he worked as a Special Assistant to the Under Secretary of Public Diplomacy and Public Affairs, Richard Stengel.  Prior to that, he had also worked in Washington in the Bureau of European and Eurasian Affairs as the Public Diplomacy desk officer covering Turkey, Greece, and Cyprus, as a Duty Officer in the White House Situation Room, and as a Watch Officer in the State Department’s Operations Center.

Todd entered the Foreign Service in 2005 and has also served abroad in the U.S. Embassies in Bolivia, the Netherlands, and Honduras.
He is a graduate of Georgetown University and speaks Spanish and Portuguese.  Todd is married and has two young sons (Peter and Timmy). 


terça-feira, 28 de novembro de 2017

Exposição "O VAZIO PREENCHE-SE"


O Vazio Preenche-se

[O vazio.] 
Na minuciosidade desse encontro percebemos que tudo vem do vazio e para ele se caminha. É de onde vimos e para onde vamos. O começo, o fim. É o nada, o ar, o espaço entre. É o negativo como forma. É a queda da ausência à matéria, o excesso. Um caminho atrativo de uma realidade distorcida, um mergulho no abismo desesperante e inevitável. É um colapso da fuga, um estado de espírito. Um momento ou uma etapa. Uma vontade insaciável e presente. O vazio é uma escolha, é fulcral para o despertar do sentido da vida. 

É individual, uma virtude, uma possibilidade no interior da aparência. É externo, interno, e pode ficar suspenso na sua metamorfose. Passa despercebido, ou fica alerta para os vestígios deixados de um abandono de si. Ele espreita(-se), observa(-se) de perto ou de longe. Pode estar exposto ou camuflado, criar barreiras contra todos os danos. É ignorado ou aceite. O vazio é a negatividade a operar positivamente porque ele é fértil, essencial no percurso cíclico que impulsiona a procura de nós próprios. 

Aos poucos ou de repente, e com a certeza de que volta, o vazio preenche-se.

Artista e Curador








quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Cine Clube | O Rei Leão



Sinopse
Simba, um curioso e ingénuo leãozinho, está ansioso por ser rei. Porém, enganado pelo seu ambicioso tio Scar, Simba decide viver uma vida diferente e independente com os seus hilariantes companheiros, Timon e Pumba, e esquece-se das suas reais responsabilidades. Mas o destino chama-o e ele terá de decidir o momento oportuno para regressar às terras do reino e reclamar o seu lugar no ciclo da vida.

Texto adaptado de: